1. A safeword
Júlia é uma putona portuguesa que sabe bem o que quer. A sua preocupação, todos os dias da sua vida, é conseguir machos que a trabalhem a sério, poderosamente e sem contemplações. Organiza com frequência na garagem do prédio sessões desvairadas de sexo em grupo, violação e punição sem limites, famosas em alguns meios.
Hoje recebe um grupo de homens que conheceu na internet, no site Motherless. É um site especialmente depravado, cheio de tarados, violadores e sádicos, o que, evidentemente, a excita.
Depois de se despir, os homens colocam-na na esquadria de madeira e amarram-lhe pulsos e tornozelos aos quatro cantos da estrutura. Fica assim totalmente aberta e esticada, toda exposta e indefesa. Um dos homens diz-lhe isso mesmo:
Estás uma tesão, putona! Assim toda atada, nua, entregue como um a****l. Isso excita-te, não?
Dois homens tiram fotografias.
Qual é a safeword, puta? - perguntam.
Safeword? - admira-se um dos homens, um tipo abrutalhado que há um bom bocado que examina Júlia com uma expressão lúbrica.
Sim. Está combinado que ela pode ter uma safeword - explica o que organizou tudo. - Queres uma safeword? - pergunta a Júlia.
Sim - diz ela.
Diz.
E ela disse qual era a safeword que queria: uma palavra curta, rápida de dizer e fácil de identificar.
Ok - disse o homem. - Vamos lá começar.
Espera - disse outro homem. - Vamos experimentar uma coisa.
Júlia acompanhava este diálogo atentamente. Sabia o que a esperava: uma sessão pesada de chicote. No fim, todos os homens a foderiam e se esporrariam. Mas agora surgia aquele outro homem com uma ideia? Que ideia? Toda amarrada e exposta na esquadria de madeira, estava agudamente consciente de quão à mercê estava daqueles homens que não conhecia.
Vamos meter-lhe um capuz, tapar-lhe a cabeça - disse o homem, enquanto mostrava o capuz na mão. - Vai ser excitante, transforma-a num pedaço de carne sem cara. Deixa de ser uma pessoa.
Boa ideia - disse o primeiro homem. - Que achas, putona? - perguntou a Júlia.
Que interessa a opinião dela? - disse o segundo homem.
Quero ouvi-la concordar. Quero vê-la mostrar o calibre de puta.
Acho que sim - disse ela. A ideia, na verdade, assustava-a um bocado e, por isso mesmo, excitava-a bastante. - Tem orifícios para os olhos? - perguntou.
Não tem nada, é totalmente fechada - disse o segundo homem. - É isso que te transforma em carne, desapareces: nem olhos, nem boca, nariz, nada. Um cepo de carne.
Óptimo - disse o primeiro homem. E pegou no capuz.
Um momento - disse o segundo homem. - Não queremos demasiado barulho na garagem, pois não? É melhor meter-lhe uma mordaça.
E, sem esperar mais, pegou numa mordaça de bola, uma ball gag, e atou-a à volta da cabeça de Júlia.
Mas assim não pode dizer a safeword! - disse o primeiro homem.
Pois não - disse o segundo homem com um sorriso. - Tu ralas-te, puta? - perguntou a Júlia.
Júlia arregalou muito os olhos e tentou dizer qualquer coisa, mas não conseguiu.
Estás a ver? Está perfeito. Mete-lhe o capuz.
Ok.
O primeiro homem aplicou-lhe o capuz. Enquanto o descia, captou um último olhar desesperado de Júlia. O homem aplicou-lhe um bofetão nas mamas.
Perfeita! - exclamou. - Um sonho de puta! E veio entregar-se nas nossas mãos! Ah ah!
Recuou e ficou a ver o corpo da putona estremecer todo, preso na esquadria de madeira.
Está morta por começar a levar - gozou.
A sessão que se seguiu foi uma loucura. Os homens usaram e abusaram dos chicotes. Não ficou um centímetro quadrado de pele da puta sem pelo menos uma vergastada em cima. O corpo de Júlia saltava e sacudia-se como se tivesse sezões. E o facto de não haver cabeça nem voz tornava o espectáculo ainda mais excitante. Os homens estavam loucos. Sem pausas, cobriam o corpo da putona com grandes chicotadas, que a cobriam de cima a baixo. Ouviam-se sons surdos vindos do capuz enquanto o corpo ressaltava debaixo dos golpes.
Hoje recebe um grupo de homens que conheceu na internet, no site Motherless. É um site especialmente depravado, cheio de tarados, violadores e sádicos, o que, evidentemente, a excita.
Depois de se despir, os homens colocam-na na esquadria de madeira e amarram-lhe pulsos e tornozelos aos quatro cantos da estrutura. Fica assim totalmente aberta e esticada, toda exposta e indefesa. Um dos homens diz-lhe isso mesmo:
Estás uma tesão, putona! Assim toda atada, nua, entregue como um a****l. Isso excita-te, não?
Dois homens tiram fotografias.
Qual é a safeword, puta? - perguntam.
Safeword? - admira-se um dos homens, um tipo abrutalhado que há um bom bocado que examina Júlia com uma expressão lúbrica.
Sim. Está combinado que ela pode ter uma safeword - explica o que organizou tudo. - Queres uma safeword? - pergunta a Júlia.
Sim - diz ela.
Diz.
E ela disse qual era a safeword que queria: uma palavra curta, rápida de dizer e fácil de identificar.
Ok - disse o homem. - Vamos lá começar.
Espera - disse outro homem. - Vamos experimentar uma coisa.
Júlia acompanhava este diálogo atentamente. Sabia o que a esperava: uma sessão pesada de chicote. No fim, todos os homens a foderiam e se esporrariam. Mas agora surgia aquele outro homem com uma ideia? Que ideia? Toda amarrada e exposta na esquadria de madeira, estava agudamente consciente de quão à mercê estava daqueles homens que não conhecia.
Vamos meter-lhe um capuz, tapar-lhe a cabeça - disse o homem, enquanto mostrava o capuz na mão. - Vai ser excitante, transforma-a num pedaço de carne sem cara. Deixa de ser uma pessoa.
Boa ideia - disse o primeiro homem. - Que achas, putona? - perguntou a Júlia.
Que interessa a opinião dela? - disse o segundo homem.
Quero ouvi-la concordar. Quero vê-la mostrar o calibre de puta.
Acho que sim - disse ela. A ideia, na verdade, assustava-a um bocado e, por isso mesmo, excitava-a bastante. - Tem orifícios para os olhos? - perguntou.
Não tem nada, é totalmente fechada - disse o segundo homem. - É isso que te transforma em carne, desapareces: nem olhos, nem boca, nariz, nada. Um cepo de carne.
Óptimo - disse o primeiro homem. E pegou no capuz.
Um momento - disse o segundo homem. - Não queremos demasiado barulho na garagem, pois não? É melhor meter-lhe uma mordaça.
E, sem esperar mais, pegou numa mordaça de bola, uma ball gag, e atou-a à volta da cabeça de Júlia.
Mas assim não pode dizer a safeword! - disse o primeiro homem.
Pois não - disse o segundo homem com um sorriso. - Tu ralas-te, puta? - perguntou a Júlia.
Júlia arregalou muito os olhos e tentou dizer qualquer coisa, mas não conseguiu.
Estás a ver? Está perfeito. Mete-lhe o capuz.
Ok.
O primeiro homem aplicou-lhe o capuz. Enquanto o descia, captou um último olhar desesperado de Júlia. O homem aplicou-lhe um bofetão nas mamas.
Perfeita! - exclamou. - Um sonho de puta! E veio entregar-se nas nossas mãos! Ah ah!
Recuou e ficou a ver o corpo da putona estremecer todo, preso na esquadria de madeira.
Está morta por começar a levar - gozou.
A sessão que se seguiu foi uma loucura. Os homens usaram e abusaram dos chicotes. Não ficou um centímetro quadrado de pele da puta sem pelo menos uma vergastada em cima. O corpo de Júlia saltava e sacudia-se como se tivesse sezões. E o facto de não haver cabeça nem voz tornava o espectáculo ainda mais excitante. Os homens estavam loucos. Sem pausas, cobriam o corpo da putona com grandes chicotadas, que a cobriam de cima a baixo. Ouviam-se sons surdos vindos do capuz enquanto o corpo ressaltava debaixo dos golpes.
4 年 前